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Mão de obra escrava/infantil

81% dos entrevistados não contratariam de empresas que utilizam essa prática

Publicado em 22 de agosto de 2019
Levantamento feito pela Fundação Procon-SP, vinculada à Secretaria da Justiça e Cidadania, revela que 90,26% dos 1.068 entrevistados declararam considerar útil saber quais empresas exploram mão de obra escrava e/ou infantil. A maioria desta base de dados, 81,18% (867) afirmou que, caso soubesse que a empresa utiliza essa prática, não contrataria seus serviços ou compraria seus produtos.
 
A pesquisa revela ainda que, a maioria dos consumidores não se considera capaz de identificar se o produto ou serviço está relacionado ao uso de mão de obra escrava e/ou infantil: produtos 90,36% e serviços, 77,62%.
 
Partindo da hipótese de o consumidor efetivamente constatar ou verificar indícios de exploração deste tipo de mão de obra e querer denunciar, a pesquisa disponibilizou este questionamento. A resposta obtida foi que mais de dois terços dos entrevistados, 67,51%, não saberiam como proceder.
 
O questionário contendo perguntas sobre uso de mão de obra escrava e/ou infantil no mercado de consumo foi disponibilizado no site da fundação entre os dias 30/7 e 19/8/19. O objetivo foi verificar junto ao consumidor: se há interesse em saber sobre essa prática na produção/oferta de produtos e serviços e qual o seu comportamento diante de informação de que a empresa utiliza essa prática.
 
A pesquisa é uma ação realizada pelo Núcleo de Inteligência e Pesquisas da Escola Paulista de Defesa do Consumidor – EPDC do Procon-SP.
 
Veja aqui o resultado completo da pesquisa.
 
 
Fundação Procon-SP
Assessoria de Comunicação

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