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Cesta básica sobe 2,31% em março e passa de R$ 1,3 mil na Capital

Cebola, feijão e leite UHT lideram as altas; itens de limpeza apresenta queda no período

Publicado em 24 de abril de 2026

O valor da cesta básica do paulistano apresentou alta de 2,31% em março de 2026, segundo pesquisa mensal realizada pela Fundação Procon-SP em convênio com o DIEESE e acompanha a variação de preços de 39 itens distribuídos entre alimentação, limpeza e higiene pessoal, considerados essenciais para o consumo das famílias. O custo médio passou de R$ 1.281,04 para R$ 1.310,60 entre fevereiro e março.

Dos 39 produtos pesquisados, 24 apresentaram aumento de preço. O grupo Alimentação foi o principal responsável pelo aumento da cesta, passando de R$ 1.096,11 para R$ 1.126,51 (+2,77%). Entre os produtos com maiores elevações no mês, destacam-se o quilo da cebola a R$ 4,61 (+21,96%) e o do feijão carioquinha a R$ 7,50 (+13,98%).

A alta da cebola foi influenciada pela finalização da safra do Paraná e do Rio Grande do Sul, da baixa disponibilidade no Nordeste e da perda de qualidade do produto, que elevou o descarte. Já o feijão teve aumento devido à restrição de oferta e dificuldades na colheita.

Acesse aqui a pesquisa na íntegra.

Completam a lista das principais altas mensais: o litro do leite UHT (+11,89%), o quilo da batata (+9,73%) e o do queijo muçarela fatiado (+6,24%). Ainda, entre os produtos de Limpeza apresentaram queda de -1,47%, enquanto Higiene Pessoal registrou leve alta de 0,23%.

Queda em 12 meses

Na comparação entre março de 2025 e março de 2026, a cesta básica registrou queda de 4,02%, influenciada principalmente por reduções em alguns itens alimentícios. Entre os produtos com maior retração no período destacam-se: o quilo do alho (-38,24%), do arroz (-30,73%) e a dúzia de ovos brancos (-27,93%).

Assessoria de Comunicação Social | Procon-SP