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“Brincadeira é coisa séria”. Esse foi o mote da apresentação feita pelo diretor do Procon de Embu das Artes, Érico de Melo, à equipe da Diretoria de Estudos e Pesquisas da Fundação Procon.
 
Melo já visitou 51 países e é mestre em Direitos Humanos Internacionais, pela Universidade de Viadrina, na Alemanha. Com o apoio da ONG World at Play participou em 2015 de uma expedição pela Croácia, Sérvia, Bósnia e Kosovo, realizando atividades recreativas e lúdicas. Os alvos desse projeto foram crianças e adolescentes abrigados ou em situação de rua; idosos; adolescentes infratores; portadores de necessidades físicas e/ou intelectuais.
 
Em seu relato Érico Melo não escondeu o choque inicial enfrentado no contado com culturas e condições de vida muito diferentes das suas, mas ressaltou a importância da linguagem universal da brincadeira e do esporte.
 
Seguindo o mesmo raciocínio, ele acredita que atividades recreativas podem ser adaptadas na educação para o consumo. Segundo Melo, brincadeira e recreação são coisas diferentes. Enquanto a brincadeira não tem regras, brota da criança a recreação é dirigida, tem objetivo.
 
Para mostrar sua teoria na prática Érico de Melo reuniu a equipe do Procon de Embu das Artes à turma da DEP para literalmente “brincar”. A turma jogou bola, cantou, bateu palmas, brincou de roda. Quem pegava a “batata quente” respondia uma pergunta sobre o direito do consumidor.
 
De acordo com Rosana Piccoli, supervisora da DEP, o encontro foi enriquecedor e permitiu até a criação de novas brincadeiras.
 
O encontrou provou que nesses tempos de compartilhamento de experiências e conhecimento, nem tudo depende de tecnologia. A adoção de antigas práticas ainda funcionam e essas vivências favorecem o contato direto entre as pessoas e com o próprio meio ambiente.