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Pesquisa medicamentos

Diferença de até 1.200% é encontrada na cidade de São Paulo

Publicado em 1 de junho de 2016

A Fundação Procon-SP, órgão vinculado à Secretaria da Justiça e Defesa da Cidadania, encontrou uma diferença de até 1.200% em pesquisa realizada junto a 15 redes de drogarias de médio e grande porte que atuam na Capital, distribuídas pelas cinco regiões da cidade, onde foram pesquisados 68 medicamentos, sendo 34 de referência e outros 34 genéricos.

Entre os medicamentos genéricos, a maior diferença encontrada foi de 1.201,13% na Nimesulida, 100 mg, 12 comprimidos. O custo variou entre R$ 1,77 e R$ 23,03. O preço médio do medicamento encontrado foi de R$ 11,69.

Entre os medicamentos de referência, a maior variação foi de 348,35% na Amoxicilina, 500 mg, 21 cápsulas, da Glaxosmithkline. Em um estabelecimento ela custava R$ 15,47 e chegou a ser encontrada por R$ 69,36. O preço médio do medicamento é de R$ 52,38.

Comparando-se os preços médios dos genéricos com os de referência, constatou-se que, em média, os medicamentos genéricos são 57,74% mais baratos do que os de referência. Mas é bom lembrar que um genérico de um mesmo laboratório também pode apresentar preços diferentes entre as drogarias/farmácias.

Confira a pesquisa completa e mais dicas clicando aqui.

No interior

O medicamento genérico Nimesulida, 100 mg, 12 comprimidos, foi encontrado em um estabelecimento da cidade de Campinas por R$ 1,77 e em outro, R$ 23,14. A diferença é de 1207,34%, R$ 21,37 em valor absoluto. A pesquisa foi realizada em 98 farmácias e drogarias de 12 cidades do interior paulista.

Entre os medicamentos de referência, a maior variação também foi em Campinas. O Amoxil (Amoxicilina), 500 mg, 21 cápsulas, da Glaxosmithkline, apresentou variação de 373,17%. O custo variou entre R$ 15,47 e R$ 73,20.

A média dos preços dos genéricos em comparação aos de referência, nos municípios paulistas, teve a maior diferença, 55,86%, detectada em Jundiaí. A menor diferença foi encontrada em São José do Rio Preto, 50,18%.

Confira a pesquisa completa clicando na cidade: Bauru, Campinas, Jaú, Jundiaí, Praia Grande, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santos, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Vicente e Sorocaba. A pesquisa, realizada em maio, contou com a participação dos Procons municipais de Campinas, Jundiaí, Santos, São Vicente e Praia Grande.

Orientações

Antes de pesquisar os preços é importante que o consumidor consulte a lista de Preços Máximos (PMC) dos medicamentos disponível no site da Anvisa (www.anvisa.gov.br). A consulta também poderá ser efetuada nas listas de preços que devem estar disponíveis ao consumidor nas farmácias e drogarias.

No ato da compra o consumidor deve verificar se o prazo de validade, o número do lote e a data de fabricação que constam na caixa do medicamento são iguais aos marcados nas cartelas ou frascos. Além disso todo medicamento deve possuir o número de registro no Ministério da Saúde. A compra de medicamentos sempre deve ser prescrita pelo médico.

Fundação Procon-SP
Assessoria de Comunicação

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