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Encontro com a Saúde

28/3/2018

Nessa quinta-feira (23) representantes da FenaSaúde e CNSeg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização), liderados pelo consultor Ricardo Morishita, tiveram um encontro com especialistas da Fundação Procon SP.
 
De acordo com Morishita, o encontro solicitado pela CNSeg tem por objetivo buscar pontos de convergência, trocar informações e tornar as relações com o mercado mais transparentes. A transparência é um grande remédio para grandes males, disse.
 
Na presença de representantes da Unimed, Bradesco, Amil, SulAmérica e Notre Dame, especialistas da Fundação enumeraram os principais reclamações do consumidor, mas a questão do preço cobrado pelas operadoras foi deixado para uma outra etapa. A proposta inicial visa ações mais práticas e diretas, além do compartilhamento de informações, de acordo com Ricardo Morishita. A questão do custo é mais complexa e passa pela discussão de modelos de saúde suplementar, mas esse debate será inevitável.
 
Marta Aur – da diretoria de atendimento do Procon (DAOC) – ressaltou que boa parte dos problemas começa no atendimento, na falta de informação e de treinamento daqueles que fazem a recepção das queixas e dúvidas. Silas Rivelle Jr – da Unimed – defendeu o trabalho das ouvidorias ainda pouco explorado pelo consumidor. Enquanto as equipes do SAC seguem um script pré-estabelecido, o papel da ouvidoria é representar o cliente/consumidor dentro da empresa – explicou.
 
Renata Reis – também da DAOC – concorda com a importância do diálogo,mas esclarece que os problemas apontados não são novos e, mais que isso, são de total conhecimento das operadoras. A negativa de cobertura, o cancelamento de contratos e a inclusão do nome do cliente em serviços de proteção ao crédito, em razão de cancelamentos não contabilizados, provam que as operadoras precisam ter um olhar diferenciado. A fragilidade dos canais de atendimento das empresas transformam os Procons num terceiro ou quarto canal de atendimento.
 
Ricardo Morishita comparou a iniciativa a um passo de bebê, mas para os especialistas da fundação o bebê apenas começou a engatinhar.


 
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