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Fórum Planos de Saúde

2/3/2018

Entidades lançam campanha contra mudança na lei dos planos de saúde durante evento

Foi lançada nessa quinta-feira (1) a Campanha Saúde na UTI – Diga não às mudanças na Lei de Planos de Saúde.  que já conta com a adesão de 13 entidades de defesa do consumidor e da saúde.  O lançamento aconteceu durante o Fórum: Alteração nos Planos de Saúde e seus reflexos no Direito do Consumidor realizado  no  Auditório Espaço da Cidadania “André Franco Montoro”, da Secretaria da Justiça do Estado de São Paulo.
 
 
O debate reuniu entidades de defesa do consumidor  (Procon e IDEC) representantes da classe médica (AMB) e da Associação Brasileira de Planos de Saúde.  Diretor Executivo  da Fundação Procon – Paulo Miguel – defendeu preços justos e ressaltou que o atendimento pode ser um divisor entre a vida e a morte.  O secretário Adjunto de Justiça e Cidadania  – Luiz Souto Madureira – destacou que o debate  entre os diversos  atores  desse setor contribui para a melhoria do sistema de saúde.
 
Carolina Navarrete , advogada e pesquisadora em saúde do Idec. reafirmou a necessidade  de levar informação adequada ao usuário a fim de que entendam  os impactos negativos da proposta ao consumidor e os interesses empresariais por trás desse projeto.  A ABRANGE, representada por  Frederico Borges – Coordenador de Relações Governamentais justificou as condições em que operam os planos., mas concorda num ponto:  a proposta precisa ser melhor debatida e amadurecida.
 
A insatisfação é de todos. Enquanto os planos queixam-se dos custos e fraudes; os médicos falam de remuneração e o respeito ao Ato Médico para garantir um atendimento melhor e seguro, os usuários  do sistema suplementar criticam o atendimento e denunciam as sucessivas negativas  sem explicação e o SUS  briga pelo ressarcimento dos atendimentos feitos na sistema público.
 
Para os especialistas  em defesa do consumidor da Fundação Procon SP, a proposta  não resolve vários pontos de conflito entre as partes, não é clara sobre a oferta de planos individuais e direitos  dos usuários de planos coletivos, entre eles.
 
Nesse mês de março ainda, as entidades fazem um ato público para alertar a população e sensibilizar os deputados quem decidirão sobre o futuro da proposta.
 


 
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