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Pesquisa Juros

10/11/2009

Procon-SP constata leve queda na taxa média de empréstimo pessoal

A pesquisa de taxas de juros de empréstimo pessoal e cheque especial efetuada pelo Procon-SP, órgão vinculado a Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania, em 04 de novembro, detectou uma variação negativa de 0,04 ponto percentual na taxa média de juros do empréstimo pessoal em relação ao mês de outubro.
 
A taxa média mensal de empréstimo pessoal atingiu neste mês a menor taxa desde setembro de 2004, quando registrou 5,14% a.m.. Quanto ao cheque especial, a taxa média se mantém a mesma desde agosto deste ano.
 
Empréstimo Pessoal - a taxa média dos bancos pesquisados foi de 5,17% a.m., inferior a do mês anterior, que foi de 5,21% a.m., significando um decréscimo de 0,04 ponto percentual.
A única alteração na taxa de empréstimo pessoal foi promovida pelo Banco Real que alterou sua taxa de 6,00% para 5,63% a.m., o que significa um decréscimo de 0,37 ponto percentual, representando uma variação negativa de 6,17% em relação à taxa de outubro.
 
Cheque Especial – a taxa média dos bancos pesquisados manteve-se em 8,79% a.m, não havendo quaisquer alterações em relação às taxas praticadas em outubro.
O levantamento envolveu dez instituições financeiras: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú, Nossa Caixa, Real, Safra, Santander e Unibanco.
Considerando que existe a possibilidade de variação da taxa do empréstimo pessoal em função do prazo do contrato, foi estipulado o período de 12 meses, já que todos os bancos pesquisados trabalham com este prazo. Vale lembrar, também, que os dados coletados referem-se a taxas máximas pré-fixadas para clientes não preferenciais, independente do canal de contratação, sendo que para o cheque especial foi considerado o período de 30 dias.
 
O Comitê de Política Monetária (COPOM) decidiu manter a taxa Selic em 8,75% ao ano, conforme reunião ocorrida nos dias 20 e 21 de outubro. Essa é a menor taxa desde 05/03/99, data em que o Copom passou a divulgar a meta com base na Selic.
 
Esse cenário indica que o consumidor deve ficar cauteloso e evitar utilizar essas modalidades de crédito, uma vez que o mercado financeiro praticamente não alterou as taxas de juros e não há expectativa de recuo para os próximos meses, conforme sinaliza o COPOM. Além disso, há previsões de aumento dos juros no próximo ano, em função da recuperação da economia brasileira, o que certamente será repassado ao consumidor final.
 
Tabela da Pesquisa
 
Assessoria de Imprensa
Procon-SP


 
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